Obesidade e Atividade Física

Obesidade e Atividade Física

Nos dias atuais observamos o grande número de pessoas obesas, isso tem se dado devido a dependência a informatização desde os computadores até aos smartphones super avançados, grande parte desses indivíduos podem ter algum tipo de patologia que se agrava quando relacionado ao sedentarismo, ou seja , a falta da prática de atividades físicas regulares, com isso tendo seu peso corporal aumentado, o índice de gordura elevado, causando assim a obesidade

Os níveis atuais de inatividade física está relacionados com a popularidade dos eletrodomésticos e as escolhas modernas de comportamento, tais como: computador, automóveis, controle-remoto e vídeos-games. (Bouchard 2003)

A obesidade está relacionada a uma série de co-morbidades, denominada síndrome dos obesos: intolerância a glicose, resistência à insulina, dislipidemia, diabetes tipo 2, hipertensão, concentrações plasmáticas elevadas de leptina, tecido adiposo visceral aumentado, maior risco de doenças cardiovasculares e câncer. Fatores genéticos, como hereditariedade, poderiam aumentar o ganho de peso em indivíduos obesos. (McArdle 2003)

A prática regular tende a melhorar os índices de gordura corporal, a capacidade aeróbica e condicionamento físico de seus praticantes.

A atividade física diminui o risco de doenças cardiovasculares em obesos (efeito hipotensor), além de aumentar a concentração do HDL-colesterol e diminuir a concentração do LDL-colesterol. Verifica-se também aumento da ação da insulina, importante fator para a prevenção da Diabetes Tipo II (KATZER 2007, BOUCHARD 2003, McARDLE 2003, POWERS e HOWLEY 2000).

LDL é o colesterol ruim.

Concentrações elevadas de LDL podem lentamente se depositar nas camadas internas da parede arterial. Junto com outras substancias presentes no sangue formam a placa aterosclerótica, que é um depósito espesso e firme responsável pela obstrução das artérias. Nesta condição ocorre a aterosclerose.

HDL é o colesterol bom.

Cerca de um terço a um quarto do colesterol é transportado por lipoproteínas de alta densidade HDL (high density lipoprotein). Concentrações elevadas de HDL aparentemente protegem o indivíduo contra o infarto do miocárdio. Concentrações  baixas de HDL, inferiores a 40 mg/dl, aumentam o risco de doença cardiovascular. Acredita-se que o HDL remove o excesso de colesterol da placa aterosclerótica, retardando ou inibindo a sua formação, além de transportar o colesterol de volta para o fígado, onde é novamente metabolizado. A elevação das concentrações do HDL é alcançada com exercícios, ausência do fumo e peso adequado.

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